Blog 22/jan/2021

12 dúvidas mais comuns sobre financiamento imobiliário

O financiamento imobiliário é uma excelente maneira de sair do aluguel e conquistar o sonho da casa própria. 

No entanto, é comum que existam algumas dúvidas sobre o processo, principalmente para aquelas pessoas que irão financiar um imóvel pela primeira vez e ainda não sabem exatamente como funciona.

Pensando nisso, separamos uma lista das dúvidas mais comuns sobre o tema e vamos esclarecê-las ao longo deste artigo.

Quer entender como funciona o financiamento imobiliário e quais são suas especificidades? Continue a leitura.

1. Quem pode fazer um financiamento?

Em tese, o financiamento imobiliário pode ser feito por qualquer pessoa. No entanto, é preciso preencher alguns critérios básicos para conseguir a aprovação de crédito das instituições financeiras.

Dentre os critérios estabelecidos pelas instituições financeiras, está:

  • ser brasileiro nato ou naturalizado;
  • não ter restrições no CPF (as instituições costumam checar os dados no Serasa, SPC, BACEN e na Receita Federal);
  • no caso de estrangeiros, ter visto permanente no país;
  • ter no mínimo 18 anos completos, ou 16 anos completos emancipado;
  • ter condições econômicas para manter as prestações mensais em dia.

Além disso, é fundamental que o financiamento não comprometa mais do que 30% da sua renda mensal. Essa é uma das abordagens dos bancos, de acordo com o Banco Central, para garantir que haverá comprometimento com as parcelas mensalmente, sem prejudicar as finanças e a organização da família.

2. É possível fazer um financiamento imobiliário com o nome sujo?

Atualmente, não é possível realizar um financiamento imobiliário com o nome sujo

As instituições financeiras tradicionalmente realizam uma pesquisa a respeito dos interessados para identificar se existem pendências e negativações no nome, checando os dados no Serasa, SPC, BACEN e na Receita Federal. 

Por isso, se você está pensando em financiar um imóvel, é fundamental que esteja com o nome limpo na praça.

3. O que pode travar a aprovação do crédito imobiliário?

Como dito anteriormente, um dos fatores que determinam a aprovação ou não do crédito imobiliário é o nome sujo. Infelizmente, atualmente, todas as instituições financeiras realizam essa checagem.

Além disso, existe um outro cuidado necessário: o valor das prestações do financiamento.

É fundamental que as prestações comprometam no máximo 30% da renda mensal da família. Caso contrário, é possível que ele não seja aprovado.

Isso porque, a média de 30% foi estabelecida para garantir que as prestações se mantenham em dia sem prejudicar ou desorganizar as finanças dos compradores. Dessa forma, o comprometimento com o pagamento é maior.

Por isso, se o imóvel que você quer financiar possui um valor elevado, será necessário fazer alguns cálculos para conseguir transformar suas parcelas em apenas 30% da renda. Para isso, pode ser estendido o tempo de financiamento dentro do máximo permitido pela instituição financeira. Caso não seja suficiente, o próximo passo será fazer o cálculo do valor de entrada necessário para que as prestações se encaixem no seu bolso.

O cálculo parece um pouco confuso, mas não se preocupe: as instituições financeiras vão te auxiliar ao longo do processo..

4. Autônomos podem realizar um financiamento imobiliário?

Essa é uma das dúvidas mais frequentes quando o assunto é financiamento imobiliário e sim, os autônomos podem realizá-lo.

A grande questão aqui, no entanto, que exigirá a atenção desses profissionais é a comprovação de renda na hora de realizar o cadastro para liberação do crédito imobiliário.

Para um profissional que trabalha no regime CLT, por exemplo, a comprovação de renda pode ser feita através de declarações e contracheques. 

No caso do autônomo, que não possui contracheque, é preciso encontrar outras alternativas para comprovação de renda. Explicaremos quais são elas a seguir.

 

Como um autônomo comprova renda em um financiamento imobiliário?

5. Como um autônomo comprova renda em um financiamento imobiliário?

Os autônomos que querem realizar um financiamento imobiliário e sair do aluguel precisam se atentar à comprovação de renda. Afinal, nesse caso, a comprovação ocorre de forma diferente ao de um profissional com o regime CLT: será necessário apresentar outros documentos para mostrar que, de fato, existe uma renda recorrente todos os meses.

Dentre as possibilidades, o autônomo poderá declarar renda através de:

  • Extratos bancários;
  • Despesas em seu nome com comprovantes de pagamento;
  • Declaração de Imposto de Renda (IR);
  • Recibo de Pagamento de Autônomo (RPA).

6. É possível financiar 100% do valor do imóvel?

Infelizmente não. Atualmente, não é possível financiar 100% do valor do imóvel. Na maior parte dos casos, o pagamento de um valor de entrada é necessário.

O que pode acontecer, no entanto, é que algumas construtoras permitem o parcelamento do valor da entrada de imóveis na planta. Dessa forma, se você for comprar um imóvel que ainda está sendo construído, pode ser possível parcelar o valor da entrada até o dia previsto da entrega das chaves, por exemplo.

No entanto, as instituições financeiras não permitem o financiamento de 100% do valor.

Cada instituição terá suas especificidades. Dessa forma, cada uma define a porcentagem máxima a ser financiada, bem como o tempo máximo de pagamento do financiamento imobiliário.

7. Quanto tempo dura um financiamento?

Isso dependerá da instituição financeira de sua escolha. Cada uma dessas instituições irá definir o tempo máximo de duração de um financiamento.

No entanto, mesmo que o tempo máximo seja 35 anos, por exemplo, não significa que todos os interessados terão esse prazo: também deve ser considerada a idade do comprador para conseguir estipular um prazo que faça sentido para cada instituição.

8. E se eu perder o emprego?

Em caso de perda de emprego ou mudança brusca dos rendimentos da família, é possível entrar em contato com a instituição financeira em que foi feito o financiamento e solicitar um “refinanciamento”. 

Nesse caso, serão realizadas análises sobre a sua condição financeira atual e encontrar formas mais factíveis de manter o financiamento, mesmo em condições adversas.

9. Qual o valor das prestações?

O valor das prestações irá variar de acordo com o valor do imóvel e o tempo de financiamento. No entanto, é importante pontuar que, independente de qualquer coisa, o valor não poderá passar de 30% da sua renda mensal.

Dessa forma, se você estiver calculando um valor que precisa destinar mês a mês para as prestações do imóvel, é importante se lembrar disso: ele sempre será, no máximo, 30% da renda mensal da família / dos compradores.

Por exemplo: 

Se a sua renda familiar for de R$2500,00 por mês, a prestação do imóvel, contando com os juros aplicados, precisa ser de no máximo R$750,00, que representa 30% da renda.

 

É necessário pagar a entrada?

10. É necessário pagar a entrada?

Sim. O pagamento da entrada é padrão e comum em todos os imóveis. No entanto, em alguns casos, ela poderá ser parcelada.

Se você estiver comprando um imóvel que já está pronto para morar, algumas Construtoras podem exigir o pagamentodo valor da entrada à vista.

Porém, se o seu objetivo é um imóvel que ainda está na planta, a boa notícia é que em algumas construtoras é possível parcelar o valor da entrada em até 72x, como na Vila Brasil Engenharia!

Dessa forma, mesmo que você não possua o valor da entrada em mãos para realizar o financiamento, será possível dar o primeiro passo para realizar o sonho da casa própria.

11. Como usar o FGTS na compra do apartamento?

Para usar o FGTS na compra de um imóvel, é necessário ter um tempo de contribuição mínimo de três anos completos. Esse período não precisa ter sido cumprido na mesma empresa, mas é preciso que você tenha contribuído com o FGTS por pelo menos 36 meses.

O valor disponível no seu saldo do FGTS pode ser utilizado para pagar a entrada do imóvel ou, em alguns casos, para amortizar o saldo devedor do financiamento.

12. Quais são os impostos e taxas quando se faz um financiamento imobiliário?

Além do valor da entrada e das prestações, é preciso se lembrar também que existem impostos e taxas que deverão ser pagas durante o processo de financiamento imobiliário.

Dentre essas taxas e impostos, estão:

  • ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis);
  • Escritura Pública;
  • Taxa de Registro;
  • Avaliação bancária (que inclui valor da vistoria e da documentação para liberação do crédito imobiliário).

Muitas pessoas acabam se esquecendo dessas taxas e tendo surpresas na medida em que o processo de financiamento imobiliário caminha. 

Mas não se preocupe! Temos uma surpresa: a Vila Brasil Engenharia arca com as taxas de cartório: o ITBI e a taxa de registro. Dessa forma, se você adquire um imóvel com a nossa  construtora, esses valores podem caber mais facilmente no seu bolso. 

Nesse modelo, você economiza, e poderá ter mais tranquilidade durante as próximas etapas do financiamento imobiliário.

O financiamento imobiliário é, sem dúvidas, um excelente mecanismo para sair do aluguel e conquistar a casa própria. Através de alternativas como a Vila Brasil Engenharia, por exemplo, é possível transformar todo o processo em algo mais simples: valor de entrada parcelado e sem se preocupar com as taxas de imposto e registro que comumente são pagas no início do processo de financiamento. 

Quer aprender a se organizar para fazer um financiamento? Confira nosso artigo 7 dicas para sair do aluguel e conquistar a casa própria.

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